Publicação
da Blackbird Music Shop, associada ao Fan-club Revolution
1998 -
O ano de Ringo Starr
1998 foi, decididamente, o ano de Ringo. Aliás, o ano passado
foi atípico para Paul e Ringo. No que diz respeito a Paul
e, é claro, em função da morte de Linda, a
ausência de um novo trabalho foi o fato anormal (não
podemos considerar o CD Rushes do Fireman como trabalho típico
de Paul). Quanto a Ringo, a quantidade de material lançado
também tornou o ano excepcional; isso sem considerar as suas
apresentações ao vivo, para a TV e preparativos para
a nova turnê que acabou de iniciar agora em fevereiro, em
Atlantic City.
Quanto a George, bem... nada anormal. George
continua a nos fazer esperar (já há 10 anos) pelo
seu novo CD!
Vejamos os lançamentos de Ringo em 1998:
-> CD Vertical Man - no Japão o CD foi
lançado com 2 faixas bônus
-> CD single La-De-La - com uma faixa bônus
-> VHS - Fourth All-Starr Band - vídeo
com performances da turnê interrompida em 1996
-> CD - VH1 Storytellers - gravação
ao vivo do show especial para o canal VH1, no qual Ringo toca várias
músicas do novo CD e inclui, pela primeira vez ao vivo, “Love
me do”, “Don’t pass me by” e “Octopus Garden” - esse é um
show apenas de Ringo
-> VHS - VH1 Storytellers - fita de vídeo
com parte do show que originou o CD do mesmo nome.
No final de 98 Ringo estava se preparando para iniciar nova excursão
com a ALL-STARR BAND. A excursão teve início no dia
12/02/99, em Atlantic City, no Taj-Mahal Casino. A banda desta vez
é praticamente a mesma da quarta formação (vídeo
Fourth All-Starr Band) e tem: Gary Brooker, do Procol Harum, Jack
Bruce, do Cream, Simon Kirke, baterista do Bad Company, entre outros.
Saiu Peter Frampton e entrou Todd Rundgren na guitarra.
Estivemos no show de Ringo no dia 14/02/99, no
Taj-Mahal. Era domingo de Carnaval para nós e Valentine’s
Day (Dia dos Namorados) para os americanos. Ringo, com toda a sua
simpatia e descontração, tomou conta do palco e brincou
bastante com a platéia. Veja os comentários do Ricardo
Ribeiro, que esteve conosco neste show.
The
one and only Billy Shears
Viajei 9 horas de avião para ver Ringo tocar. E se precisasse,
iria a pé (obrigado, Santos Dumont).
Foram 2 shows: um em Atlantic City e outro em
New York. Se o primeiro foi inesquecível por ter sido o primeiro,
o segundo foi inesquecível por ter sido o melhor - a
banda tocou 2 músicas a mais e o público estava muito
mais vibrante. Parecia uma festa de 3 mil velhos amigos que acabavam
de se encontrar.
It don’t come easy, I wanna be your man, Back
of Bugallo, Boys, I’m the greatest, No-no song, Yellow Submarine,
With a little help from my friends, You’re sixteen, Love me do (com
ele na batera), Photograph, Whiter shade of pale, Salty dog, Conquistador,
Whiskey train, White room, Sunshine of your love, I feel free, Theme
from an imaginary western, Alright now, Shooting star, Bang on the
drum, I saw the light, Hammer in my heart.
Quem for apaixonado, como eu, pelo rock dos anos
60 e 70, pode ter uma idéia do que é ouvir essas músicas,
ao vivo, e tocadas por quem as criou.
What’s my
name?
O Ringo é um show à parte. Seu carisma é tão
grande quanto a música dos Beatles. Ele conquista você
na primeira risada. Ou na primeira piada. What’s my name? Ringooooooo!!!!
Mas a melhor parte do show, pra mim, que toco
bateria, foi ver Mr. Starkey sentado atrás da sua Ludwig
prateada tirando aquele som que só ele consegue tirar dos
pratos e tom toms.
Agora, só resta esperar o CD da turnê.
Vladimir, já pode reservar um pra mim.
Ricardo Ribeiro
beatlemaníaco e correspondente internacional
da Blackbird, para o Blackbird News. ricardo@talent.com.br
Band on
the Run 25º aniversário
Acaba de ser lançada nos EUA uma edição comemorativa
deste, que foi um dos álbuns mais marcantes da carreira individual
de Paul. Eleito o disco do ano pela revista “Rolling Stone”, em
1974, foi, sem dúvida, seu trabalho de maior vendagem e o
que mais recebeu elogios da crítica.
Esta edição traz o álbum
americano (com a faixa “Helen Wheels”) remasterizado de forma magnífica.
Foram incluídos também o pôster (em escala
de CD) que originalmente acompanhou o LP e um folheto, com as letras
das músicas e textos de Mark Lewisohn. Tudo isso acondicionado
em uma caixa marrom, da cor da capa original. Como bônus,
um segundo CD, com depoimentos de celebridades e de pessoas envolvidas
com o projeto original. Esse CD traz, também, faixas inéditas
de ensaios, passagens de som, takes ao vivo e demos de músicas
do CD normal. Um lançamento imperdível.
Vídeos
As sessões de vídeo estão de volta em abril.
Todos os sábados, a partir das 14 horas
(com sessão corrida), assista aos vídeos dos Beatles
(juntos e separados) e de outros grupos dos anos 60/70 em
nosso home-theater.
Dois
anos de Blackbird
Venha comemorar com a gente, sábado à tarde, dia 17
de abril. Estamos programando apresentações ao vivo
no nosso estacionamento. Pinheiros vai dançar ao som dos
Beatles! Prestigie!
Apresentações
da Banda Revolution
10 de abril - na Choperia Garimpo, no Embu das Artes (Rua da Matriz,
136).
21 de abril - Café Piu Piu - São
Paulo.
Quem assistiu à última apresentação,
em março, achou DEMAIS! Confira por que Marcus Rampazzo
recebeu elogios até de George Harrison.